Se fosse você?

Se fosse você..

Como reagiria?

A população periférica do país sobre com vários problemas sociais entre eles o mais evidente: a violência.

A cidade de Deus ganhou fama por isso, pela violência descrita no filme mundialmente conhecido que tornou nossa comunidade, uma das mais temidas do rio de janeiro. Os anos passaram e algumas evoluções chegaram até nós, como a tecnologia, o poder de registrar e exclamar aquilo que nos atormenta e nos impede de prosseguir.

Hoje, dia 5 de Fevereiro de 2018, Segunda feira, mães e crianças caminham para mais um progresso, o acesso a educação. Início do ano letivo e apesar de termos sido manchete dos jornais por quase 2 semanas já passadas onde noticiaram a violência, acreditamos com fé e esperanças que nossas crianças poderão sim, ir à escola/ creches, poderemos ir trabalhar e correr atrás do que desejamos até chegar na porta da escola e encontrá-la fechada! Sem nenhuma tentativa de explicação, ficam os rumores entre os pais sobre a motivação da não abertura dos portões no primeiro dia de aula.

Questões como: “o blindado destruiu o portão da creche” – no Pantanal (EDI Nice da Silveira).

“As aulas na escola da minha filha começam na quarta porém está com deficiência de professores. Então tem que ficar ligando pra lá pra saber se chegou algum. Soube que na sexta feira serão contratadas 500 novos professores mas a pergunta é: SERÁ QUE ALGUM DESSES 500 PROFESSORES VÃO QUERER DAR AULA AQUI?” ; (Monsenhor cordiolli)

“No Brizolão do Pantanal (CIEP Luís Carlos Prestes) estar fechada disseram que não ia funciona hj por receio”. Dizem moradores e pais de alunos que tem apenas 1 desejo, encaminharei seus filhos através da educação que nos é de direito.

Ate quando nossas crianças vão ficar sem aula por problemas que não são nossos? Sem contar naquelas que nem vaga conseguiu.

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